No papel era leve

Contexto

Treino estruturado:
5’ aquecimento → 10x (2’ corrida leve + 1’ caminhada) → 5’ desaquecimento.

A proposta era intensidade leve. A chuva veio no final.


Dados

Distância: 4,55 km
Tempo total: 40:02
Ritmo médio: 8:48/km
Frequência cardíaca média: 166 bpm (máx. 183 bpm)
Potência média (Stryd): 205 W
Cadência média: 126 spm
Tempo efetivo de corrida: 20:00

Stamina: 99% → 77%
Carga de exercício: 114
Efeito aeróbico: 3,3

Temperatura média: 29ºC
Perda estimada de suor: 471 ml

Fontes: Garmin Connect, Stryd App e bioimpedância Relaxmedic.


Percepção

A chuva ia e vinha durante todo o dia, mas quando ela deu uma brecha, resolvi partir para a praia e fazer meu treino atrasado da semana.

Ainda estou em um estágio em que a corrida cobra o preço do tempo parado. O pace varia bastante, a frequência cardíaca responde rápido demais, e o Stryd está me ajudando a entender melhor todo esse processo. Com uma vantagem importante: a potência não depende das condições climáticas nem do terreno onde treino.

Sensação geral: bastante cansaço, mas satisfação por mais um treino concluído.


Ajuste

  1. A frequência cardíaca continua respondendo de forma elevada, o que reforça a necessidade de usar a potência como métrica principal de controle, especialmente considerando minha condição asmática.
  2. A potência (Stryd) se consolida como referência central para orientar intensidade e evolução.

Bioimpedância atual:
103,5 kg | 29,1% gordura | IMC 30,2

A reconstrução envolve ganhar fôlego, reduzir carga e tornar a corrida mais eficiente.

Ainda não cheguei lá. É só o começo.
— Michel by Sync

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